Secretaria de Cultura e Turismo oferece apoio para restauro de peças em Brasília

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult/MG) colocou à disposição da pasta e dos Três Poderes do Estado Federal a experiência do Instituto do Patrimônio Histórico de Minas Gerais (Iepha/MG) e da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) em atuar no tratamento e na restauração de acervos e patrimônio arquitetônico. O apoio foi oferecido por meio de um ofício à ministra da Cultura Margareth Menezes com o objetivo de recuperar as peças destruídas em 8/1, em Brasília.

O documento foi encaminhado pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, que ressalta a possibilidade de Iepha-MG e Faop contribuírem para a recuperação das obras de arte, dos objetos e da arquitetura danificados após vandalismo ocorrido nos prédios dos Três Poderes.

“Minas Gerais guarda mais de 60% do patrimônio histórico do país, portanto temos uma experiência de longa data em restauração, com diversas escolas especializadas nesse tipo de trabalho. Por isso, podemos ajudar a recuperar o patrimônio danificado”, afirma o secretário.

A presidente do Iepha/MG, Marília Palhares Machado, acrescenta que a fundação vinculada à Secult/MG está preparada para atuar junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no que for preciso para restabelecer não só a integridade das peças móveis mas também dos edifícios.

“O Iepha/MG tem em sua sede um atelier de restauro bem estruturado, com capacidade para restaurar imagens e outras obras de arte, além de profissionais capazes de propor e debater sobre as alternativas para a reabilitação dos prédios atingidos. Nos colocamos à disposição para essa parceria, pela necessidade da reabilitação de bens de grande valor simbólico”, pontuou.

O presidente da Faop, Jefferson da Fonseca reiterou a possibilidade de uma colaboração conjunta com o Iphan. “Nós também nos colocamos à disposição dos Três Poderes, com nossos técnicos e laboratórios para atuarmos nessa missão, juntamente com o Iepha/MG”, frisou.

Para iniciar uma atividade de restauro são necessárias diversas etapas. Primeiro é realizada uma visita ao acervo para construir um diagnóstico das peças. Esse processo inclui um levantamento detalhado sobre a quantidade, a tipologia, com registros fotográficos e análises do estado de conservação ou degradação. Em seguida, é elaborada uma proposta de tratamento. Só a partir desse estudo é que a restauração, de fato, começa.

Agência Minas
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